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Muitas vezes pensávamos que as olheiras surgem apenas quando não se dorme o suficiente, ou então quando vamos a uma festa e nos deitámos tarde e super cansados, mas a fadiga e um estilo de vida elevado, não são as principais causas para as olheiras.

Uma pesquisa científica para descobrir qual é o tamanho considerado normal de um pênis (comprimento e circunferência) levou especialistas britânicos a analisar medições feitas em 15.500 homens, distribuídas por 17 estudos.

A partir da análise, eles determinaram que o comprimento médio de um pênis flácido é de 9,16 centímetros e o de um pênis esticado é de 13,24 centímetros. O comprimento médio de um pênis ereto é de 13,12 centímetros. Já a circunferência do órgão, sempre em valores médios, fica entre 9,31 centímetros em repouso e 11,66 centímetros quando ereto.

Publicada na revista especializada em urologia "BJU International", a pesquisa, que recebeu o título "Eu sou normal?", pode ser útil para aconselhar as pessoas preocupadas com o tamanho de seu pênis, às vezes a ponto de sofrer dismorfofobia (temor desproporcional de ter um defeito corporal) ou perguntas sobre o uso do preservativo e as dimensões do pênis.

Gráfico explicativo
Com esse objetivo, o doutor David Veale (King's College London, Londres) e seus colegas se basearam em uma série de investigações para estabelecer um esquema gráfico ou "nomograma" que representa a distribuição do tamanho do pênis em repouso ou em ereção e suas variações normais.

Trata-se de um diagrama similar ao utilizado para avaliar as curvas de crescimento (peso e tamanho) das crianças e as variações consideradas normais.

Segundo o doutor Veale, “estes gráficos ajudarão os médicos a tranquilizar a grande maioria dos homens sobre o tamanho de seu pênis” dentro dos parâmetros normais.

 

 

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que considerou ilícita a terceirização de 90% dos serviços de home care da Atendo Participações e Serviços Médicos Ltda., feita através da contratação de cooperados para realizar atividade fim da empresa. O serviço de home care é uma modalidade de atendimento de saúde para pacientes fora do ambiente hospitalar.

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Superbactérias irão matar uma pessoa a cada três segundos em 2050 se medidas não forem tomadas imediatamente, de acordo com o relatório encomendado pelo governo britânico e divulgado nesta quinta-feira.
O estudo, encomendado pelo governo britânico e liderado pelo economista Jim O'Neill, criador do termo Bric, sugere um plano que requer bilhões de dólares de investimento para impedir que a medicina "seja levada de volta à idade das trevas".
Também defende uma revolução na forma como os antibióticos são usados e uma grande campanha para educar as pessoas.
O relatório foi recebido sem consenso - houve elogios, mas críticos disseram que ele é "insuficiente".
A luta contra infecções que são resistentes a antibióticos já foi descrita como "risco tão grande quanto o terrorismo" por autoridades britânicas.
O problema é que não estão sendo desenvolvidos novos medicamentos - e os que existem estão sendo desperdiçados.

 

Desde o início do estudo Review on Antimicrobial Resistance, em 2014, mais de um milhão de pessoas morreram devido a este tipo de infecção.
E médicos também descobriram bactérias que resistem ao antibiótico usado como último recurso, a colistina, o que levou a um alerta sobre o risco de uma era "pós-antibiótico".
A publicação diz que a situação deve piorar e prevê um aumento gradual de mortes causadas por infecções resistentes que chegará, em 2050, ao nível de 10 milhões de pessoas mortas por ano.
E os custos que a resistência a antibióticos representa chegarão a US$ 100 trilhões na metade do século.
A publicação recomenda:
uma campanha de conscientização global e urgente, já que a maioria das pessoas não sabem deste problema
Estabelecer um Fundo de Inovação Global de US$ 2 bilhões para pesquisa em estágio inicial
Melhorar o acesso a água limpa, saneamento e hospitais mais limpos para prevenir a propagação de infecções
Reduzir o uso desnecessário de antibiótico na agricultura, incluindo uma proibição dos "muito arriscados" para a saúde humana
Melhorar a vigilância do crescimento da resistência a antibióticos
Pagar US$ 1 bilhão a empresas por cada antibiótico descoberto
Dar incentivos financeiros para desenvolver novos testes para impedir que antibióticos sejam receitados quando eles não funcionarão
Promover o uso de vacinas e alternativas a antibióticos

 

 


O cérebro precisa de cuidados e atenção para garantir um funcionamento suave e eficiente.

Mas, em vez de um manual de manutenção detalhado de uma máquina, tudo o que temos são conselhos vindos da comunidade científica - muitos deles contraditórios e confusos.

Veja aqui aquelas que têm maior suporte de estudos experimentais mais recentes.

Não perca a fé em suas habilidades

Temos a tendência a acreditar que a perda de memória é um problema decorrente do envelhecimento. Mas alguns lapsos - como chegar a um local e esquecer o que foi fazer ali - podem afetar jovens ou idosos com a mesma frequência e intensidade.

Por isso, não deveríamos nos apressar em assumir que tudo é culpa da idade, já que dúvidas podem ser uma espécie de autoprofecia.

Nos últimos dez anos, Dyana Touron, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que com a idade, temos a tendência de perder a confiança nas nossas habilidades mentais, mesmo quando elas estão funcionando perfeitamente. O resultado é que acabamos dependentes de "muletas", como o GPS do carro ou a agenda do celular.

Mas, ironicamente, ao não nos colocarmos diante de desafios, podemos acelerar nosso próprio declínio mental. Portanto, se você se encontrar diante de uma porta não sabendo onde deveria estar, veja a situação como uma oportunidade para forçar um pouco mais a memória.

Proteja seus ouvidos

A mente sofre se for isolada dos cinco sentidos. E a perda auditiva parece detonar a perda da massa cinzenta do cérebro, provavelmente por colocar uma ênfase na atenção e por nos bloquear de estímulos úteis. O problema aumenta em 24% o risco de atraso cognitivo durante um período de seis anos, segundo um estudo recente.

Assim, qualquer que seja a sua idade, vale a pena ter consciência das situações que poderiam estar acelerando a deterioração da audição. Escutar música em alto volume por apenas 15 segundos por dia já é suficiente para prejudicar os ouvidos. Secadores de cabelos e aspiradores de pó são outras companhias ruins para os ouvidos.

Aprenda um novo idioma ou a tocar um instrumento

Em vez de dedicar vários minutos do dia a algum passatempo ou aplicativo que promete "treinar seu cérebro", que tal tentar um exercício mental mais ambicioso, como aprender a tocar um instrumento ou falar uma nova língua?

Ambas as atividades requerem uma ampla gama de habilidades, exercitando a memória, a atenção, a percepção sensorial e o controle de motricidade enquanto você tenta executar uma nova canção ou pronunciar os sons estranhos de novas palavras.

Os benefícios tendem a durar até a idade avançada. Um estudo publicado no ano passado descobriu que músicos têm 60% menos chances de desenvolver demência do que as pessoas que não tocam instrumentos. Outra pesquisa mostrou que falar outro idioma pode atrasar em cinco anos o diagnóstico do mal de Alzheimer.

A aprender uma nova atividade que envolva movimentos físicos parece ser particularmente eficaz, como mostrou um estudo recente com pessoas que combateram a perda de memória aprendendo a pintar.

Modere na comida porcaria

A obesidade pode prejudicar o cérebro de muitas maneiras. O acúmulo de colesterol nas artérias pode restringir o fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando-o sem os nutrientes e o oxigênio que ele precisa para funcionar bem.

Além disso, os neurônios são bastante sensíveis ao hormônio insulina, produzido pelo pâncreas. Comer alimentos doces e calóricos com frequência pode embaralhar a liberação da insulina, dando início a uma reação em cadeia que leva à produção de placas letais que podem se acumular no cérebro.

A boa notícia é que certos nutrientes - como o ômega 3 e outros ácidos graxos, e as vitaminas D e B12 - parecem ter um efeito "limpante" e reduzem os prejuízos provocados pela idade no cérebro.

Dormir de lado ajuda a limpar resíduos do cérebro
Isso pode explicar por que idosos que sempre mantiveram uma dieta tipicamente mediterrânea - à base de peixes, legumes, verduras e baixo teor de gordura - tendem a mostrar as mesmas habilidades cognitivas que pessoas sete anos mais novas.

Concentre-se no corpo

Gostamos de fazer uma distinção clara entre o corpo e a mente, mas, na realidade, estar em boa forma física é uma das melhores maneiras de manter o cérebro funcionando bem.

A atividade física não só estabelece um melhor fluxo sanguíneo para o cérebro, mas também libera uma grande quantidade de proteínas que ajudam a estimular o crescimento e a manutenção de conexões neurais.

Os benefícios são notados desde o berço: crianças que vão a pé para a escola costumam tirar melhores notas, enquanto idosos que fazem caminhadas regulares - mesmo que não sejam vigorosas - têm mais concentração e memória.

Não deixe de viver a vida

Se todas essas mudanças de rotina parecem algo difícil de adotar, saiba que uma das melhores maneiras de proteger o cérebro dos efeitos do tempo é socializar. O ser humano é uma criatura social, e nossos amigos e parentes nos estimulam, nos desafiam a ter novas experiências e nos ajudam a descarregar o estresse e as mágoas.

Surpreendentemente, um estudo com voluntários com idades em torno de 70 anos mostrou que os mais ativos socialmente tinham 70% menos chances de experimentar um declínio cognitivo em um período de 12 anos, em comparação com aqueles com uma vida mais reclusa. Da memória e da atenção à velocidade de processamento mental, tudo parece se beneficiar do contato regular com outras pessoas.

Ou seja, não há uma fórmula mágica única para treinar o cérebro. As pessoas que envelhecem melhor têm um estilo de vida que incorpora um pouco de tudo: uma alimentação variada, atividades estimulantes e um círculo de amigos queridos. Uma receita que também vale para quem quer ter uma vida feliz e saudável.

Segundo o documento, 50 gramas de carne processada por dia, o equivalente a duas fatias de bacon, aumentam a chance de desenvolver câncer colorretal em 18%.
De forma mais branda, pela falta de provas mais contundentes, a organização também reforçou o alerta em relação à carne vermelha, dizendo que ela seria "provavelmente cancerígena".

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) advertiu, em um comunicado sobre o vírus Zika, sobre os riscos para mulheres grávidas no Rio de Janeiro, palco da Olimpíada: "Mulheres grávidas continuam a ser aconselhadas a não viajar a áreas de contínua transmissão de zika. E isso inclui o Rio de Janeiro", afirmou a organização em um comunicado nesta quinta-feira.
À BBC Brasil, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, explicou que é a primeira vez que um alerta a respeito da zika é direcionado à cidade-sede dos Jogos, mas enfatizou que as recomendações são as mesmas feitas para todas as regiões onde casos da doença foram observados e, portanto, não se trataria de uma discriminação.
"Esse é o primeiro comunicado específico a respeito da zika e dos Jogos Olímpicos. Anteriormente não havíamos abordado nenhuma cidade diretamente, mas isso é um esclarecimento dentro do contexto das recomendações que já vinham sendo feitas a viajantes", disse Lindmeier.
O informe diz ainda que parceiros sexuais de mulheres grávidas que retornem do Rio só devem ter relações sexuais com camisinha, ou se abster, durante todo o período da gestação.

 

Recomendações
De maneira geral, a OMS aconselha aos viajantes que consultem um médico antes de ir aos Jogos.
"Evite visitar áreas empobrecidas e superpopulosas em cidades e vilarejos sem água encanada e com saneamento precário (criadouros ideais de mosquitos), onde o risco de ser picado é maior."
A organização recomendou também que os turistas procurem acomodação com ar-condicionado, para evitar que mosquitos entrem pelas janelas, e ressaltou que é preciso praticar sexo seguro.
"Use preservativos correta e consistentemente, ou abstenha-se do sexo durante sua estadia e pelo menos quatro semanas após seu retorno, particularmente se teve ou experimentou sintomas do vírus Zika."
O aviso sugere o uso de repelentes e de roupas claras com mangas longas, para reduzir o risco de ser picado.

Tomar remédio e ingerir álcool pode prejudicar a saúde ou apenas corta o efeito esperado? Essa é uma dúvida que acompanha muitas pessoas que tomam remédio regularmente, mas que não abrem mão de um drink, uma taça de vinho, ou uma cervejinha no fim de semana. Afinal, quais são os efeitos que o consumo conjunto dessas substâncias pode causar?

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Uma pesquisa sugere que o cérebro humano foi programado para 'odiar' dietas. Segundo cientistas americanos no Campus de Pesquisa Janelia Farm, do Instituto Médico Howard Hughes, células do cérebro sensíveis à fome, conhecidas como neurônios AGRP, são as responsáveis pelo horror à dieta.